Pesquise no blog

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Adubação Composta

   Isto se refere uma variedade de métodos por meio dos quais a matéria vegetal se decompõe e fica reduzida a um húmus escuro e rico. A lógica do processo é óbvia. Simplesmente devolve ao solo aquilo que foi tirado dele. Imita o arranjo natural de coisas, por meio do qual as bactérias e os fungos começam a atacar e decompor toda a matéria morta, eventualmente devolvendo-a ao solo. Este contínuo círculo é o que torna possível que a terra continue a produzir ano após ano, sem perder a fertilidade.
   Mas, não seria muito mais fácil ir a uma loja e comprar um saco de fertilizante químico? Sim, seria, mas tal processo deixa de ter certas vantagens definidas. Não gostaria de economizar o dinheiro do fertilizante comprado na loja? Daí, também, com o fertilizante orgânico natural, jamais precisará preocupar-se de aplicar o mesmo em demasia e “queimar” suas plantas. Ademais, tem de continuar adicionando o fertilizante químico cada ano, ao passo que o fertilizante orgânico edificará a qualidade de seu solo. E muitas pessoas estão convencidas de que o sabor e o valor alimentício são aprimorados com o uso do fertilizante natural.
   Formar o adubo composto não é difícil nem complicado. Há um número tão grande de métodos que é muito provável que um deles satisfaça sua necessidade. Por exemplo, há o método de fazer o adubo composto em sacos de plástico. Usando-se saco grosso, simplesmente corte e costure quatro sacos, cada um pouquinho maior do que uma fronha. Comece a encher um deles com lixo umedecido (grandes pedaços de casca de árvore devem ser cortados), grama cortada, velhos arranjos florais, um pouco de terra solta, e, se disponível, um pouco de estrume. Daí, sele o saco firmemente com um barbante e o deixe decompor-se ao sol, preferivelmente. Todo dia, deve-se revirar o saco. Daí, faça o mesmo com o saco seguinte. Por volta do tempo em que o quarto saco estiver cheio, o conteúdo do primeiro já estará pronto para ser usado.
   E para se fazer adubo composto em larga escala?

Texto baseado na Revista Despertai! de 22 de maio de 1970 p. 21

* Imagem: Google
((•)) Ouça este artigo

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Idade da Criação Material

   Alguns cientistas calcularam que nenhuma estrela em nossa galáxia tem idade superior a 10 bilhões de anos. Em adição, alguns cientistas nucleares mediram os elementos radioativos e estáveis na crosta terrestre e obtiveram o mesmo resultado — 10 bilhões. O terceiro relógio cosmológico do Dr. Allan Sandage, baseado na teoria do universo em expansão, obteve o mesmo resultado, a saber, 10 bilhões. Disse o Dr. Sandage: “A concordância dos três relógios — isto é, a expansão do universo, a idade das estrelas mais velhas e a formação dos elementos pesados — aponta, pelo menos para mim, persuasivamente para algum evento notável no passado distante que evidentemente acertou todos os três relógios, pondo-os a funcionar simultaneamente. Deste evento, emergiu o universo conforme o conhecemos — a lua, as estrelas, os planetas, e as galáxias, todos num estado de movimento regular, . . . A expansão do universo começou, formaram-se as galáxias, apareceram as estrelas e fabricaram-se os elementos químicos pesados. Por falta de melhores palavras, alguns astrônomos chamaram este evento o dia de nascimento da criação.”

Fontes:

* Texto: Revista Despertai! de 22 de maio de 1970 p. 30

* Imagem: Google
((•)) Ouça este artigo

Não jogue esse lixo fora!

   CONFRONTADO com os crescentes preços de alimentos do mercado de sua vizinhança, já desejou alguma vez poder cultivar em seu próprio quintal dos fundos as frutas e os legumes frescos de que sua família necessita? Ou já se emocionou de ver o belo arranjo de flores coloridas, a grama luxuriante e as plantas artísticas e desejou poder cultivá-las em seu próprio jardim?
   Talvez já tentou fazer algo nesse sentido, e, cheio de grandes esperanças, começou a cavar, plantar, cavoucar o terreno e regá-lo com disposição. Daí — que desapontamento! As poucas plantas que brotaram eram mirradas e dispersas.
   Tais experiências desencorajaram muitos que gostariam de ser jardineiros. Mas, mesmo que for alguém que tenha sucesso moderado em jardinagem, talvez ache que poderia obter ainda mais sucesso. Talvez ache que não tem feito progresso. Seus empenhos, ano após ano, trouxeram pouca melhora.
   Uma solução para tais problemas é simples, barata e está às mãos. O segredo está em utilizar muitas coisas que provavelmente joga fora como inúteis — lixo de sua cozinha, grama aparada de seu gramado, aparas da cerca viva, sementes, folhas. Todas essas coisas são acessórios para o jardim, que podem trazer-lhe ricas recompensas. Transformados devidamente num composto, tais materiais podem ser convertidos em rico fertilizante que coloque em seu solo todos os elementos de que suas plantas necessitem para tornar-se saudáveis, produtivas e belas.
    Assim, enquanto a pessoa tiver pequeno terreno disponível, vale a pena parar — quando chega a hora de desfazer-se do lixo — e perguntar: Poderia parte deste material ser usada como fertilizante? A maior parte de nosso lixo pode-se tornar fertilizante por meio do processo conhecido como "adubação composta".

Fontes:

* Texto: Revista Despertai de 22 de maio de 1970 pp. 20-21

* Imagem: Google
((•)) Ouça este artigo

A grande pirâmide de Gizé

   A OBRA arquitetônica da Grande Pirâmide de Quéope em Gizé, Egito, é, em geral, tão admirável quanto seu tamanho. É a maior de todas as pirâmides egípcias, que se diz ter cerca de duzentas.
   Qual o tamanho da Grande Pirâmide? Seu lado médio tem 236 metros e 44 centímetros de comprimento, a altura, da plataforma-base até em cima, é de 146 metros e 85 centímetros. Em sua atual condição desgastada, consiste em mais de 2.300.000 blocos de calcário numulítico, que pesam, em média, duas toneladas e meia cada um, de modo que seu peso total é de cerca de 5.700.000 toneladas. Trocando isso em miúdos, James Baikie fez as seguintes comparações em seu livro A History of Egypt:
   “Calculou-se”, escreve Baikie, “que se poderiam construir com os materiais da pirâmide as casas de uma cidade que contivesse 120.000 pessoas, e que, se se dividissem suas pedras em blocos de um pé quadrado [0,0929 m2], e se colocassem estes com uma ponta encostada na outra, circundariam dois terços da circunferência da terra, à altura do equador. Talvez a melhor idéia da assombrosa magnitude deste enorme túmulo seja a fornecida por uma comparação de sua área com a de alguns edifícios famosos. A área da base da Grande Pirâmide é duas vezes e meia maior que a da Basílica de S. Pedro, cerca de cinco vezes e um quarto maior que a de Milão, seis e três quartos maior que a da Basílica de S. Paulo, e mais de nove vezes maior que a Abadia de Westminster. O conjunto destas quatro grandes catedrais poderia ser agrupado dentro da área da base da pirâmide”.
   A obra arquitetônica da pirâmide é tão impressionante quanto seu tamanho. Pelo que se sabe, não se usou granito na obra exterior. Profunda perícia e curiosa inexatidão, cuidado e descuido, se acham estranhamente combinados nesta pilha colossal. O famoso egiptólogo já falecido, Professor Flinder Petrie, atribuiu esta estranha mistura de boa e medíocre mão-de-obra à suposição de que o arquiteto que orientou o projeto deve ter morrido durante o andamento da construção, deixando um homem de capacidades inferiores acabar a obra.
   Os engenheiros modernos se maravilharam com o modo em que estes blocos de 2 1/2, toneladas foram encaixados um no outro. Estes blocos foram extraídos de pedreiras a uns vinte quilômetros do lado leste do Nilo, transportados de barco durante a época da enchente, daí, segundo se crê, foram movidos em cima de rolos e, com o auxílio de alavancas, levados por uma rampa que se devia estender por pelo menos 300 metros. Cem mil escravos empregaram sua força humana por um período de vinte anos para erigir o monumento.
   Atualmente se gastariam cinco anos e meio e US$ 156.000.000 em dinheiro para erigir um fac-símile de pedra maciça no Central Park, presumindo-se que a pedra poderia ser extraída dentro de um raio de doze milhas [20 km]. Seria mais fácil reproduzir a Grande Pirâmide usando-se concreto e aço do que pedra. Barr, Irons & Lane, firma construtora, calculou que uma estrutura dessas poderia ser construída em 750.000 dias-homens de oito horas cada, em dois anos, ao custo de cerca de US$ 40.000.000 Um engenheiro moderno revestiria de asfalto tal estrutura, por dentro e por fora, ou impregnaria de asfalto o concreto. O tratamento com asfalto teria custado uns US$ 1.000.000 atualmente”.
   Nenhum túmulo como esse já foi jamais erigido na terra antes da conclusão da Grande Pirâmide; nenhum como esse já foi construído desde então, nem é provável que outro desse seja feito algum dia.

Texto baseado na Revista Despertai! de 8 de maio de 1970 pp. 29, 30

* Imagem: Google

((•)) Ouça este artigo
Seja sincero, sem machucar os outros. Para isso é preciso ter o hábito de pensar antes de falar...  ((•)) Ouça este artigo
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...