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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Video engraçado - galinha jogando sinuca!
sábado, 5 de novembro de 2011
Quando seu estômago dá trabalho
CADA dia, milhões de pessoas queixam-se de azia, ou indigestão ácida. Tem às vezes problemas com seu estômago? O que faz quando seu estômago causa perturbações? Corre para tomar um comprimido de alívio imediato, ou tenta combater a causa?
Seu estômago raramente lhe causará problemas sérios se levar uma vida feliz e pacífica. Mas, pode criar-lhe dificuldades se ficar emocionalmente perturbado e tenso; então, pode tornar-se um encrenqueiro propenso à acidez.
O estômago sadio é órgão excepcionalmente resistente. Contém um ácido tão forte que uma gota dele faria bolhas em sua mão. Também presentes se acham substâncias protetoras tão eficazes que pouquíssimas coisas conseguem penetrar nas paredes estomacais, nem mesmo o ácido. Mas, emoções tais como medo, ansiedade, ira ou tensão constante podem perturbar seu sistema digestivo. Tais emoções podem causar secreção excessiva de sucos estomacais até mesmo sem a presença de alimento. Isto pode irritar grandemente o estômago e aquela parte do intestino delgado chamada duodeno situada bem abaixo da válvula de saída do estômago. Se esta condição for piorada por se comer depressa comida indigesta, comer alimentos temperados demais, ou alimentos extremamente quentes, ou fumar e beber em excesso bebidas que contenham álcool ou cafeína, a pessoa pode contrair não só superacidez, mas úlceras. A figura abaixo mostra uma úlcera. Naturalmente, uma úlcera causa muitas dores, fortes dores.
Nem todos os distúrbios estomacais, porém, são emocionais. Um vírus ou bactéria pode fazer que o estômago expila seu conteúdo. Quando um vírus da gripe penetra na parede intestinal, talvez resulte a diarreia e o vômito. O corpo tenta automaticamente lançar fora a matéria infetada.
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Seu estômago raramente lhe causará problemas sérios se levar uma vida feliz e pacífica. Mas, pode criar-lhe dificuldades se ficar emocionalmente perturbado e tenso; então, pode tornar-se um encrenqueiro propenso à acidez.
O estômago sadio é órgão excepcionalmente resistente. Contém um ácido tão forte que uma gota dele faria bolhas em sua mão. Também presentes se acham substâncias protetoras tão eficazes que pouquíssimas coisas conseguem penetrar nas paredes estomacais, nem mesmo o ácido. Mas, emoções tais como medo, ansiedade, ira ou tensão constante podem perturbar seu sistema digestivo. Tais emoções podem causar secreção excessiva de sucos estomacais até mesmo sem a presença de alimento. Isto pode irritar grandemente o estômago e aquela parte do intestino delgado chamada duodeno situada bem abaixo da válvula de saída do estômago. Se esta condição for piorada por se comer depressa comida indigesta, comer alimentos temperados demais, ou alimentos extremamente quentes, ou fumar e beber em excesso bebidas que contenham álcool ou cafeína, a pessoa pode contrair não só superacidez, mas úlceras. A figura abaixo mostra uma úlcera. Naturalmente, uma úlcera causa muitas dores, fortes dores.
Nem todos os distúrbios estomacais, porém, são emocionais. Um vírus ou bactéria pode fazer que o estômago expila seu conteúdo. Quando um vírus da gripe penetra na parede intestinal, talvez resulte a diarreia e o vômito. O corpo tenta automaticamente lançar fora a matéria infetada. Talvez a culpa não caiba ao estômago. Por exemplo, muitas pessoas confundiram angina do peito com indigestão, ou trombose coronária com severa perturbação estomacal. Um ataque de apendicite pode ser confundido no início com dor de estômago. Um fígado, pâncreas, vesícula biliar ou rim em mal funcionamento podem emitir sinais de perigo por telegrafar dores ao estômago. Nesses casos é bom verificar se o problema é do estômago ou de outro órgão.
Uma pessoa que se queixa de acidez estomacal, talvez simplesmente chupa umas pastilhas antiácidas para alívio imediato. Os médicos dizem em geral ser muito improvável que algumas pastilhas antiácidas façam verdadeiro mal ao paciente. No entanto, quase todos os médicos evitam agora o bicarbonato de sódio. A revista Time declarou:
“O bicarbonato de sódio é ao mesmo tempo o mais comum, o mais barato, o mais mal empregado e o mais perigoso antiácido. Em pessoas normais, uma ocasional meia colher de chá em meio copo d’água provavelmente não fará nenhum mal. Mas, uma colher de chá cheia de bicarbonato em meio copo d’água basta para neutralizar conteúdos estomacais superácidos, deixando alguma sobra de bicarbonato. A sobra pode ser perigosa, especialmente para uma pessoa com moléstia renal insuspeita. O excesso de bicarbonato é absorvido na corrente sangüínea através das paredes do intestino delgado, causando alcalinidade excessiva no sangue. É trabalho dos rins remover esse excesso, mas rins doentios talvez não dêem conta do serviço, introduzindo o perigo de morte por alcalose.”
Os médicos ainda receitam antiácidos, mas estes não costumam ser os que são absorvidos na corrente sanguínea. É comum médicos receitarem leite de magnésia.
Quando o estômago tende a dar trabalho, algumas pessoas comem alimentos de preparo simples — por exemplo, batatas assadas ao invés de fritas. Fazem refeições simples em vez de comer grande variedade de alimentos diferentes e sobremesas ricas. Comem pouco e evitam repetições. Outras eliminam comidas ácidas ou frutas cítricas brandamente ácidas e isto parece resolver seu caso. Ainda outras, ao invés de beber café forte, que na verdade estimula o estômago vazio a produzir mais ácido, e pode ser irritante, adicionam creme ao café, o creme agindo qual amortecedor. Muitos médicos afirmam agora que o melhor neutralizante de ácido estomacal excessivo é comida. Diz-se que refeições pequenas de três em três horas mais ou menos é o que produz melhores resultados.
Muitos europeus usam bebidas amargas feitas de ervas, de vários tipos. “Demo-nos bem com bebidas amargas para o estômago quando tínhamos problemas”, disse um norte-americano que viajou pela Europa. O apóstolo Paulo aconselhou a Timóteo: “Usa de um pouco de vinho por causa do teu estômago e dos teus frequentes casos de doença.” — Bíblia em 1ª Timóteo, capítulo 5, versículo 23.
Às vezes pode-se evitar a acidez se a pessoa se descontrair antes de comer. De fato, a acidez com frequência melhora quando o paciente come devagar, bebe com moderação e evita ansiedades e tensão durante a hora das refeições. O Dr. Richard Doll, médico estatístico britânico, disse que a paz mental, o repouso na cama e não fumar fazem algum bem quando se sofre de úlceras estomacais. Science Digest fez declaração similar ao dizer: “Por em ordem os problemas pessoais em casa e no trabalho pode, por si só, ocasionar a cura de uma úlcera difícil.”
Portanto, quão sábios são os princípios bíblicos que incentivam os cristãos a por de lado emoções que criam tensão, tais como a raiva e a ira, e incentivam, ao invés, a prática de qualidades tais como o amor, a compaixão, a bondade, a despretensão e a brandura, que produzem cura no corpo humano! Quão tranquilizadoras são as ordens inspiradas que nos mandam sempre ‘alegrar-nos no Senhor’, sermos moderados e razoáveis em nossos hábitos, não ficarmos ansiosos com nada, ‘mas, por oração e súplica, fazermos conhecer as nossas petições a Deus, e Ele as guardará’! — Bíblia em Filipenses, capítulo 4, versículos 4 até o 7.
Viver segundo tais elevados princípios pode resultar em benefício para o corpo. Portanto, por que não acatar este sadio conselho bíblico para o seu próprio bem?
Texto baseado na Revista Despertai! de 22 de junho de 1970 pp. 3-5.
* Imagens: Google
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Fadiga e barulho
NUM AMBIENTE de barulho acima do nível de 50-60 decibéis, o corpo humano trabalha sob constante tensão. O ataque à membrana dos tímpanos dos ouvidos cria uma sensação de tensão; os nervos ficam tensos e a irritabilidade aumenta. O pulso se altera e a pressão do sangue aumenta. Esta tensão criada ao se viver e trabalhar num ambiente barulhento impede que o corpo afrouxe a tensão e se chega ao fim do dia num estado de grande fadiga.
A fadiga causada pelo barulho reduz a eficiência do trabalho. As experiências demonstraram que o homem usa muitas vezes um quinto mais de energia para fazer certo trabalho, em ambiente barulhento, do que feria em condições sossegadas. O barulho afeta seu critério e a faculdade de concentração; parte do cérebro se ocupa com os sons que realmente não quer ouvir.
Estes efeitos físicos e mentais se refletem na eficiência com que se executa o trabalho. Em certa fábrica, quando se reduziu o barulho de 100 a 75 decibéis, os engenheiros de acústica reduziram a proporção dos acidentes a quase a metade e aumentaram a produtividade em um quinto. A eliminação do barulho numa fábrica de motores reduziu à metade o consumo de comprimidos contra a dor de cabeça. Com a instalação de novos rolamentos num ventilador barulhento, o gerente duma fábrica aumentou a produtividade em 12 por cento.
O efeito dum “barulho inesperado e indesejável” foi recentemente descrito pelo Dr. Samuel Rosen, cirurgião oftalmologista de Nova Iorque: “As pupilas se dilatam, a pele empalidece, as membranas mucosas se secam, há espasmos intestinais e as glândulas supra-renais produzem segregações em grande quantidade.”
Os decibéis são unidades de som. O som audível mais baixo é de um decibel. Um som de 80 decibéis constitui o nível máximo ainda confortável. Um avião a jato, de perto, pode emitir 150 decibéis. O tráfego pesado produz aproximadamente o nível do limite tolerável de 80 decibéis. Mas pode ser acentuado pelo grito duma mulher (90 decibéis), por uma motocicleta (110 decibéis) ou por um martelo de ar comprimido (130 decibéis). As buzinas dos automóveis, o guinchar dos trens, as máquinas de trituração, as perfuratrizes pneumáticas barulhentas, multiplicaram-se com os milhões de novos habitantes que apinham as cidades do mundo. O que passou quase que despercebido é que muitos níveis de barulho encontrados numa comunidade excedem as normas encontradas na industria.
O que pode fazer neste respeito? Não pode reformar o mundo. Mas pode ajudar a fazer seu próprio ambiente mais pacífico por meio daquilo que pessoalmente faz.
Fontes:
* Texto: Revista Despertai! de 22 de junho de 1970 p. 29
* Imagem: Google
((•)) Ouça este artigo
A fadiga causada pelo barulho reduz a eficiência do trabalho. As experiências demonstraram que o homem usa muitas vezes um quinto mais de energia para fazer certo trabalho, em ambiente barulhento, do que feria em condições sossegadas. O barulho afeta seu critério e a faculdade de concentração; parte do cérebro se ocupa com os sons que realmente não quer ouvir.
Estes efeitos físicos e mentais se refletem na eficiência com que se executa o trabalho. Em certa fábrica, quando se reduziu o barulho de 100 a 75 decibéis, os engenheiros de acústica reduziram a proporção dos acidentes a quase a metade e aumentaram a produtividade em um quinto. A eliminação do barulho numa fábrica de motores reduziu à metade o consumo de comprimidos contra a dor de cabeça. Com a instalação de novos rolamentos num ventilador barulhento, o gerente duma fábrica aumentou a produtividade em 12 por cento.
O efeito dum “barulho inesperado e indesejável” foi recentemente descrito pelo Dr. Samuel Rosen, cirurgião oftalmologista de Nova Iorque: “As pupilas se dilatam, a pele empalidece, as membranas mucosas se secam, há espasmos intestinais e as glândulas supra-renais produzem segregações em grande quantidade.”
Os decibéis são unidades de som. O som audível mais baixo é de um decibel. Um som de 80 decibéis constitui o nível máximo ainda confortável. Um avião a jato, de perto, pode emitir 150 decibéis. O tráfego pesado produz aproximadamente o nível do limite tolerável de 80 decibéis. Mas pode ser acentuado pelo grito duma mulher (90 decibéis), por uma motocicleta (110 decibéis) ou por um martelo de ar comprimido (130 decibéis). As buzinas dos automóveis, o guinchar dos trens, as máquinas de trituração, as perfuratrizes pneumáticas barulhentas, multiplicaram-se com os milhões de novos habitantes que apinham as cidades do mundo. O que passou quase que despercebido é que muitos níveis de barulho encontrados numa comunidade excedem as normas encontradas na industria.
O que pode fazer neste respeito? Não pode reformar o mundo. Mas pode ajudar a fazer seu próprio ambiente mais pacífico por meio daquilo que pessoalmente faz.Fontes:
* Texto: Revista Despertai! de 22 de junho de 1970 p. 29
* Imagem: Google
Porco-espinho
Verificou-se que o porco-espinho tem aproximadamente 18.100 espinhos. Camarada interessante — mas de certa distância.
Fontes:
* Texto: Revista Despertai! de 22 de junho de 1970 p. 8
* Imagem: Google
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Fontes:
* Texto: Revista Despertai! de 22 de junho de 1970 p. 8
* Imagem: Google




