O Lego Street View, feito com as peças de brinquedo, sai pelas ruas tirando fotos como se fosse um carro de verdade
Mark Crosbie é um fã do Google Street View e, para mostrar sua admiração pelo serviço, criou seu próprio carro com capacidade de tirar fotos das ruas. A grande sacada do rapaz foi que a sua versão do carro do Google Street View não é como as que estão nas ruas de grandes cidades do mundo, e sim uma feita com peças de Lego.
O rapaz usou peças da linha Lego Mindstorms NXT para fazer o motor do carro e colocou um iPhone nele para tirar as fotos, tudo isso junto com um sensor de GPS para ajudar o veículo a se locomover e guardar a localização de todos os pontos que ele visitou. As fotos tiradas pelo carro são enviadas automaticamente para o PhotoStream de Crosbie.
O carro ainda tem muito o que evoluir, de acordo com Crosbie. Nas próximas versões ele pretende adicionar uma maneira de transmitir os videos feitos pelo veículo via streaming, assim como ele estuda no momento uma forma do carro se locomover por conta própria.
O vídeo mostra algumas das principais características e mostra o Lego Street View em movimento.
Fonte: Olhar Digital
((•)) Ouça este artigo
De tudo um pouco, de um jeito diferente. Saiba mais sobre diversos assuntos, como: Bíblia, Família, Curiosidades, Meio Ambiente, Tecnologia e muito mais... Seja bem-vindo e sinta o blog como um espaço seu. Suas sugestões e comentários respeitosos são apreciados. Aqui no Salada de Frutas é assim, sua participação é muito importante. Obrigado pela visita!
Pesquise no blog
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Pesquisa revela que quem compra pelo iPad gasta mais
Aos lojistas online e donos de e-commerce, vai uma dica: desenvolva um aplicativo de sua loja para o iPad. Isso porque, segundo informações do IBM Coremetrics, usuários do iPad tendem a gastar mais em compras online quando visitam suas lojas favoritas através do tablet da Apple.
"O iPad é convergente - isso significa que eles [os usuários] estão gastando mais - quase o dobro do que outros usuários móveis", disse o chefe de estratégia do Coremetrics, John Squire. "Eles não só compram com maior frequência do que outros sistemas (Android, principalmente, mas até mesmo o iPhone), mas também gastam mais do que o usuário comum de PC", completa.
Os números da pesquisa indicam que usuários de PC já estão "migrando" para versões móveis de lojas online. Pela previsão da IBM, 15% dos usuários que fizerem login em alguma rede de e-commerce, o farão pelo tablet. Em outubro, 11% dos compradores online fizeram aquisições através de algum dispositivo móvel - uma alta de 6,8% em relação ao mesmo período em 2010.
E você? Já comprou algo via iPad? Conte como foi nos comentários abaixo.
Fonte: www.olhardigital.com.br ((•)) Ouça este artigo
"O iPad é convergente - isso significa que eles [os usuários] estão gastando mais - quase o dobro do que outros usuários móveis", disse o chefe de estratégia do Coremetrics, John Squire. "Eles não só compram com maior frequência do que outros sistemas (Android, principalmente, mas até mesmo o iPhone), mas também gastam mais do que o usuário comum de PC", completa.
Os números da pesquisa indicam que usuários de PC já estão "migrando" para versões móveis de lojas online. Pela previsão da IBM, 15% dos usuários que fizerem login em alguma rede de e-commerce, o farão pelo tablet. Em outubro, 11% dos compradores online fizeram aquisições através de algum dispositivo móvel - uma alta de 6,8% em relação ao mesmo período em 2010.
E você? Já comprou algo via iPad? Conte como foi nos comentários abaixo.
Fonte: www.olhardigital.com.br ((•)) Ouça este artigo
Empresa japonesa NSK desenvolve cão-guia robótico controlado por Kinect
Desde seu lançamento, o Kinect, da Microsoft, tem encontrado diversas formas para divertir os usuários não só no universo dos videogames, mas também em pagamentos bancários, apresentações de slide e outras funcionalidades. E mais uma vem por aí!
A empresa japonesa NSK construiu um robô que tem o objetivo de ajudar pessoas com deficiência visual. Os futuros cães-guia robóticos para cegos são controlados pelo Kinect, e vão avaliar e compreender a segurança do ambiente percorrido pelo seus donos - os humanos.
O último protótipo criado já está em atividade na Universidade de Eletro-Comunicações (Japão), mas o projeto existe há seis anos. Esta é a terceira e mais avançada versão de testes do robô.
O cão-guia robótico é ativado quando o condutor pressiona uma alça acoplada à maquina. Assim, ele sabe que o usuário está pronto para começar a caminhada. Em seguida, por meio de uma voz feminina computadorizada, o quadrúpede avisa ao indivíduo os detalhes do local a ser percorrido, como também reagir a comandos a fim de evitar impactos. Além disso, o robô pode caminhar por superfícies planas, subir e descer escadas e ultrapassar eventuais obstáculos.
As patas do cão-guia se movimentam de forma semelhante a um cão de verdade, foram equipadas com sensores que evitam caminhos com buracos e possibilidades de fortes quedas.
De acordo com a NSK, serão incluídos novos recursos aos futuros robôs, entre eles, comandos de voz e um navegador GPS. O projeto, porém, ainda está em fase inicial de testes, e o lançamento comercial do cão-guia eletrônico deve ocorrer após 2020.
Fonte: www.olhardigital.com.br ((•)) Ouça este artigo
A empresa japonesa NSK construiu um robô que tem o objetivo de ajudar pessoas com deficiência visual. Os futuros cães-guia robóticos para cegos são controlados pelo Kinect, e vão avaliar e compreender a segurança do ambiente percorrido pelo seus donos - os humanos.
O último protótipo criado já está em atividade na Universidade de Eletro-Comunicações (Japão), mas o projeto existe há seis anos. Esta é a terceira e mais avançada versão de testes do robô.
O cão-guia robótico é ativado quando o condutor pressiona uma alça acoplada à maquina. Assim, ele sabe que o usuário está pronto para começar a caminhada. Em seguida, por meio de uma voz feminina computadorizada, o quadrúpede avisa ao indivíduo os detalhes do local a ser percorrido, como também reagir a comandos a fim de evitar impactos. Além disso, o robô pode caminhar por superfícies planas, subir e descer escadas e ultrapassar eventuais obstáculos.
As patas do cão-guia se movimentam de forma semelhante a um cão de verdade, foram equipadas com sensores que evitam caminhos com buracos e possibilidades de fortes quedas.
De acordo com a NSK, serão incluídos novos recursos aos futuros robôs, entre eles, comandos de voz e um navegador GPS. O projeto, porém, ainda está em fase inicial de testes, e o lançamento comercial do cão-guia eletrônico deve ocorrer após 2020.
Fonte: www.olhardigital.com.br ((•)) Ouça este artigo
sábado, 12 de novembro de 2011
Ciência: urina será usada para gerar energia elétrica
Cientistas da Universidade de Bristol, na Inglaterra, realizaram experimentos bem sucedidos que envolvem a produção de electricidade a partir da urina.
De acordo com os sites Ubergizmo e BBC, os pesquisadores trabalham com a possibilidade de usar a urina como combustível para que células microbianas (MFCs, na sigla em inglês) produzam energia elétrica. Os MFCs são, na verdade, o mesmo tipo de bactéria encontrada em locais como o intestino humano, águas residuais de esgoto e até mesmo no solo.
Até o momento, os testes iniciais mostraram resultados positivos ao produzirem pequenas quantidades de energia, embora uma pesquisa adicional - que envolve uma grande quantia em dinheiro para ser realizada - seria necessária para provar que a urina é capaz de gerar energia em maior escala.
O Dr. Loannis Leropoulos, um dos envolvidos na pesquisa, afirmou estar animado com o potencial do trabalho. "A urina é rica em substâncias quimicamente favoráveis aos MFCs. Através desse estudo, fomos capazes de mostrar que pela miniaturização e multiplicação do número de MFCs, regulando seus fluxos de urina, é possível gerar escalas de produção com níveis suficientemente úteis para se criar energia em uma aldeia de pequeno porte, por exemplo", explicou Leropoulos.
((•)) Ouça este artigo
De acordo com os sites Ubergizmo e BBC, os pesquisadores trabalham com a possibilidade de usar a urina como combustível para que células microbianas (MFCs, na sigla em inglês) produzam energia elétrica. Os MFCs são, na verdade, o mesmo tipo de bactéria encontrada em locais como o intestino humano, águas residuais de esgoto e até mesmo no solo.
Até o momento, os testes iniciais mostraram resultados positivos ao produzirem pequenas quantidades de energia, embora uma pesquisa adicional - que envolve uma grande quantia em dinheiro para ser realizada - seria necessária para provar que a urina é capaz de gerar energia em maior escala.
O Dr. Loannis Leropoulos, um dos envolvidos na pesquisa, afirmou estar animado com o potencial do trabalho. "A urina é rica em substâncias quimicamente favoráveis aos MFCs. Através desse estudo, fomos capazes de mostrar que pela miniaturização e multiplicação do número de MFCs, regulando seus fluxos de urina, é possível gerar escalas de produção com níveis suficientemente úteis para se criar energia em uma aldeia de pequeno porte, por exemplo", explicou Leropoulos.
((•)) Ouça este artigo
A internet inteira tem o peso de um... morango?!?
Você sabe quanto pesa a internet? Parece impossível, mas a equipe de um canal de ciências no YouTube, chamado Vsauce, conseguiu chegar a um resultado: 50 gramas, ou o peso equivalente a um morango.
De acordo com o Daily Mail, esse número é o resultado do peso de todos os elétrons necessários para fazer a internet funcionar, ou seja, é o peso dos 75 a 100 milhões de servidores que a suporta, sem incluir os PCs. Se colocarmos os computadores pessoais na conta, o peso triplica. Mas, se contarmos apenas a informação que está armazenada na web, chegamos a um grão de areia.
Michael Stevens, um dos responsáveis pela matemática, calculou o peso usando a estimativa de Eric Schmidt, presidente do conselho do Google. O executivo acredita que a internet possui cerca de 5 milhões de terabytes de informação. Então, ao cruzar essa informação com a quantidade de elétrons necessários para formar um único byte, foi fácil chegar a uma conclusão.
Apesar do cálculo parecer coerente, ainda assim é extremamente difícil garantir qual é o peso exato da internet. Se quiser saber mais sobre o assunto, assista ao vídeo.
Fonte: www.olhardigital.com.br ((•)) Ouça este artigo
De acordo com o Daily Mail, esse número é o resultado do peso de todos os elétrons necessários para fazer a internet funcionar, ou seja, é o peso dos 75 a 100 milhões de servidores que a suporta, sem incluir os PCs. Se colocarmos os computadores pessoais na conta, o peso triplica. Mas, se contarmos apenas a informação que está armazenada na web, chegamos a um grão de areia.
Michael Stevens, um dos responsáveis pela matemática, calculou o peso usando a estimativa de Eric Schmidt, presidente do conselho do Google. O executivo acredita que a internet possui cerca de 5 milhões de terabytes de informação. Então, ao cruzar essa informação com a quantidade de elétrons necessários para formar um único byte, foi fácil chegar a uma conclusão.
Apesar do cálculo parecer coerente, ainda assim é extremamente difícil garantir qual é o peso exato da internet. Se quiser saber mais sobre o assunto, assista ao vídeo.
Fonte: www.olhardigital.com.br ((•)) Ouça este artigo


