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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Fadiga e barulho

   NUM AMBIENTE de barulho acima do nível de 50-60 decibéis, o corpo humano trabalha sob constante tensão. O ataque à membrana dos tímpanos dos ouvidos cria uma sensação de tensão; os nervos ficam tensos e a irritabilidade aumenta. O pulso se altera e a pressão do sangue aumenta. Esta tensão criada ao se viver e trabalhar num ambiente barulhento impede que o corpo afrouxe a tensão e se chega ao fim do dia num estado de grande fadiga.
   A fadiga causada pelo barulho reduz a eficiência do trabalho. As experiências demonstraram que o homem usa muitas vezes um quinto mais de energia para fazer certo trabalho, em ambiente barulhento, do que feria em condições sossegadas. O barulho afeta seu critério e a faculdade de concentração; parte do cérebro se ocupa com os sons que realmente não quer ouvir.
   Estes efeitos físicos e mentais se refletem na eficiência com que se executa o trabalho. Em certa fábrica, quando se reduziu o barulho de 100 a 75 decibéis, os engenheiros de acústica reduziram a proporção dos acidentes a quase a metade e aumentaram a produtividade em um quinto. A eliminação do barulho numa fábrica de motores reduziu à metade o consumo de comprimidos contra a dor de cabeça. Com a instalação de novos rolamentos num ventilador barulhento, o gerente duma fábrica aumentou a produtividade em 12 por cento.
   O efeito dum “barulho inesperado e indesejável” foi recentemente descrito pelo Dr. Samuel Rosen, cirurgião oftalmologista de Nova Iorque: “As pupilas se dilatam, a pele empalidece, as membranas mucosas se secam, há espasmos intestinais e as glândulas supra-renais produzem segregações em grande quantidade.”
   Os decibéis são unidades de som. O som audível mais baixo é de um decibel. Um som de 80 decibéis constitui o nível máximo ainda confortável. Um avião a jato, de perto, pode emitir 150 decibéis. O tráfego pesado produz aproximadamente o nível do limite tolerável de 80 decibéis. Mas pode ser acentuado pelo grito duma mulher (90 decibéis), por uma motocicleta (110 decibéis) ou por um martelo de ar comprimido (130 decibéis). As buzinas dos automóveis, o guinchar dos trens, as máquinas de trituração, as perfuratrizes pneumáticas barulhentas, multiplicaram-se com os milhões de novos habitantes que apinham as cidades do mundo. O que passou quase que despercebido é que muitos níveis de barulho encontrados numa comunidade excedem as normas encontradas na industria.
   O que pode fazer neste respeito? Não pode reformar o mundo. Mas pode ajudar a fazer seu próprio ambiente mais pacífico por meio daquilo que pessoalmente faz.

Fontes:

* Texto: Revista Despertai! de 22 de junho de 1970 p. 29

* Imagem: Google

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Porco-espinho

   Verificou-se que o porco-espinho tem aproximadamente 18.100 espinhos. Camarada interessante — mas de certa distância.

Fontes:

* Texto: Revista Despertai! de 22 de junho de 1970 p. 8

* Imagem: Google

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Conheça o primeiro carro de série feito todo de fibra de carbono

   A obra é do designer Filippo Perini. Ele conta de onde vaio a inspiração. Segundo ele, o desenho do teto veio das asas dos besouros e as linhas da entrada de ar direita vaio das formas dos cristais. Clique aqui para ver o vídeo.

Fonte: Programa Auto Esporte


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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Vício de Café

   Beber café pode ser mais do que um passatempo agradável. Segundo uma pesquisa feita por uma firma de café, para um grande número de donas de casa o café representa uma forma muito bem estabelecida de vício. Os pesquisadores fizeram uma experiência com 239 donas de casa jovens. As viciadas em café ficavam menos alertas, menos ativas e mais irritáveis quando bebiam café sem cafeína. Só quando recebiam café que continha cafeína achavam que podiam agir normalmente. As abstêmias acharam precisamente o oposto. Se o café não continha nenhuma cafeína, sentiam-se bem, ao passo que se houvesse cafeína nele ficavam com o estômago enjoado e ficavam extremamente nervosas. Ao se aumentar a dose de cafeína, as viciadas sentiam-se melhor e as abstêmias pior. As bebedoras inveteradas pareciam apresentar sintomas de retraimento quando as privavam dele.

Fontes:

* Texto: Revista Despertai! de 8 de junho de 1970 p. 31

* Imagem: Google

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Heroína Mata Crianças

   O Dr. Michael Baden, médico examinador assistente da cidade de Nova Iorque, calculou que 250 adolescentes morreriam devido ao uso de entorpecentes naquela cidade por volta do fim do ano de 1969. O número total de mortes atribuídas ao uso da heroína até fins do ano passado era de 700. Os programas que tratam de viciados vêm sendo criticados. A Sra. Beraneece Sims, diretora de um grupo antipobreza em Harlem, contou o caso de certo menino de quatro anos que foi descoberto esfregando heroína nas gengivas. Disse que conhecia três casos em que viciados venderam os filhos para exploração sexual para obterem dinheiro para narcóticos. Entre os jovens em Harlem, disse ela, “é agora a exceção ser alguém que não os usa”.

Fontes:

* Texto: Revista Despertai! de 8 de junho de 1970 pp. 30-31

* Imagem: Google
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