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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Diminuta engenheira

   NA PRIMEIRA fila dos engenheiros, arquitetos, inventores e artífices terrestres, encontrará  a humilde aranha do alçapão. Natural das áreas mais quentes do mundo, ela se acha numa classe ímpar graças à sua excepcional habilidade escavadora. Falamos da fêmea, pois o macho leva uma vida errante, não tendo nada que ver com a construção do lar dela, e vivendo fora, em qualquer buraco ou gruta que encontre. Até mesmo na época de namorá-la, tem que ser cuidadoso, pois ela pode atacá-lo e devorá-lo.
   A sobrevivência é uma das principais preocupações da aranha. Diz certo autor: “As aranhas de todos os tipos têm muitos inimigos que possuem enormes vantagens sobre elas, quer com respeito à força quer à agilidade, ou ambas: inimigos dotados de asas, rápidos em movimentar-se, . . . inimigos com ferrões mortíferos como a terrível flecha envenenada com urari, vigilantes, sem misericórdia, prontos para atacá-la; inimigos revestidos de impenetrável couraça de malha, contra os quais as armas da aranha são impotentes, ao passo que o próprio corpo da aranha é macio e vulnerável.” Tem medo de aranhas? Se sim, ela tem mais um forte inimigo contra ela...
   Assim, a Sra. Atipo, a aranha do alçapão, tem de construir um refúgio para si mesma e seus filhotes. O “alçapão” revela o gênio de sua arte. Tão perita é que suas portas acetinadas que pontilham a terra escura são virtualmente invisíveis. Como é que ela camufla tão bem tais portas do tamanho duma moedinha?
O lar dela é profunda cavidade que escava na terra, e que reveste de seda pura, do alto a baixo. A porta gira em dobradiças precisas de seda tecida por ela. Agora a camuflagem: ela engenhosamente esconde a entrada por colocar musgo do lado de fora — musgo vivo retirado da vizinhança próxima — ou ela tecerá folhas mortas e pedaços de graveto ou grama na mesma. O alçapão é feito muito antes de ela terminar o túnel, pois ela tem de ter segurança, enquanto completa à vontade seu lar.
   Quão forte é esta portinha toda-importante? Há dois tipos, o tipo de obreia e o tipo de cortiça, este último sendo o mais forte. Ora, já se viu até a lâmina dum canivete se envergar na tentativa de se tentar abri-la! Quando os inimigos se aproximam do lado de fora, ela corre para fora e mergulha suas presas nela, ao passo que suas unhas pectíneas mergulham a fundo nas laterais sedosas do túnel. Assim, seu corpo age como barra viva, fechando a porta aos intrusos.
   Outros perigos também existem, além dos maiores inimigos como a centopeia. Os seus filhotes precisam ser protegidos da chuva e dos parasitas microscópicos. Seu alçapão se ajusta com tal precisão que, ficam de fora a umidade e os parasitas, e ela consegue nutrir tantos quantos quarenta filhotes de pernas compridas em segurança. Seu lar qual “buraco no chão” é um esconderijo de luxo.
   Veja a mecânica de sua construção: dentro de oito horas ela escavou o equivalente a nove vezes o comprimento de seu próprio corpo. Em comparação, o homem teria de escavar com seus dentes um buraco de quinze metros de profundidade, escorando-o à medida que prosseguisse, e tudo isso em oito horas, ao passo que, durante todo esse tempo se arriscasse a sofrer ataques dos inimigos. Sim, pois ao passo que a Sra. Atipo labuta, “Pepsis”, uma criatura semelhante à vespa anda à sua espreita, procurando aproveitar-se de sua preocupação para aferroá-la até matá-la, cortar-lhe as pernas e arrastá-la.
   Mas, veja só como ela trabalha! Apenas suas mandíbulas e presas são usadas para carregar toda pelotinha de terra escavada, depositando-a uma por uma fora do buraco. O túnel de seda, além de tornar seu lar confortável e escorar as paredes de terra, oferece-lhe ponto de apoio mais seguro do que a terra, ao se ocupar em cuidar da casa e nutrir seus filhotes.
   Comparada com sua eficiência móvel, a maquinaria escavadora do homem é desajeitada e inepta. Suas operações são executadas sem o barulho das escavadoras do homem. A Sra. Atipo não fez qualquer curso de engenharia e projeto, nem obteve quaisquer diplomas. O grande Arquiteto e Delineador de todas as coisas animadas e inanimadas, Jeová Deus, forneceu-lhe a habilidade instintiva de enfrentar seu ambiente.

Fontes: 

* Texto: Revista Despertai! de 8 de maio de 1970 p. 22

* Imagens: Google

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Tarkan - Usak ( Tradução em português)

 
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Essas incomodativas verrugas

   A MÃO com uma ou mais feias verrugas não é nada agradável de se olhar. Pense em quão aflitivas as verrugas podem ser para a moça cujo desejo natural é ter mãos delicadas. O rapaz também pode ficar contrariado com a feia aparência delas e aborrecido de elas constantemente interferirem em seu trabalho. As mãos, porém, não são o único lugar do corpo em que as verrugas podem aparecer.
   Às vezes, uma verruga poderá crescer na sola do pé de uma pessoa, tornando o andar penoso para ela. Quando crescem ali, são geralmente chamadas verrugas plantares. Podem, com efeito, crescer em quase toda parte da pele, mas, com maior freqüência, aparecem nas mãos, nos dedos e nas solas dos pés. Visto que há várias espécies de verrugas, variam de cor, algumas sendo brancas, outras variando do amarelo para o marrom e ainda outras sendo pretas ou verdes.
   As verrugas são causadas por um vírus que pode ser transmitido de uma pessoa para outra. Na realidade, o vírus já foi mantido numa cultura tecidual e fotografado por um microscópio eletrônico.
   Quando as verrugas desaparecem espontaneamente, pensa-se que a pessoa criou um estado de relativa imunidade a elas. Surpreendente, porém, é que às vezes, somem por meio do que parece ter sido simples sugestão. Isto se dá, em especial, com as crianças pequenas. O médico pode pincelar uma verruga com simples água de torneira ou tocá-la com algum objeto estrambólico, garantindo à criança que isto fará a verruga desaparecer, e ela mui amiúde desaparece mesmo no espaço de uma a oito semanas.
   Um nutricionista mencionou a vitamina A como sendo eficaz em se livrar de verrugas. Adelle Davis, em seu livro Let’s Get Well (Vamos Ficar Bons), declara que verificou diversos casos em que as verrugas desapareceram dentro de poucas semanas depois que se tomaram diariamente 100.000 unidades de vitamina A e 300 unidades de vitamina E. Depois de quatro semanas, reduziu-se a vitamina A para 50.000 unidades diárias.
   Às vezes, usa-se a cirurgia para remover uma verruga, mas esse tratamento deixa cicatriz, e quando é na sola do pé, pode causar uma sensibilidade tão incomodativa quanto era a verruga. Cauterizar uma verruga com bisturi elétrico pode ser eficaz se o tratamento for radical.
   No presente, nenhuma forma de tratamento é inteiramente satisfatório para cada caso de verrugas. Um pode ser excelente para uma pessoa, mas não para outra. Mas, já que há maneiras de se livrar das verrugas, a pessoa não precisa achar que terá de passar a vida inteira com feias verrugas que lhe desfiguram as mãos.

Fontes:

* Texto: Revista Despertai! de 22 de abril de 1970 pp. 30-31

* Imagens: Google
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Advertência Quanto aos Substitutos do Açúcar

   Ao passo que não se tem notado nenhum claro efeito prejudicial dos adoçantes artificiais no homem, a Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos publicou em 13 de dezembro de 1968 um relatório científico advertindo contra o uso totalmente irrestrito dos adoçantes artificiais. O uso total de sacarina e ciclamato, ambos usados para adoçar as coisas, aumentou substancialmente nos últimos cinco anos. Descobriu-se que certas pessoas que usavam ciclamatos converteram certa quantidade deles, em seu corpo, em outro composto chamado cyclohexylamina. Em certos animais, os estudos sugeriram que a cyclohexylamina pode ter efeitos adversos nos cromossomos.

Fontes:

* Texto: Revista Despertai! de 8 de abril de 1970 p. 31

* Imagem: Google

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Mata-mosquitos

   Os peixes são os principais inimigos dos mosquitos, que, em muitas localidades, transmitem terríveis doenças, como a dengue, a malária e a febre amarela. Os peixes destroem os mosquitos por comerem suas larvas.

Texto baseado na Revista Despertai! de 8 de abril de 1970 p. 29

* Imagem: Google
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